Second Life… à la carte

January 24th, 2009 | by euclides |

Os  mundos virtuais 3D, se bem que ainda em fase de “take off”, oferecem já um notável manancial de possibilidades educativas.  O Second Life, o mais popular, no momento, possibilita experiências sensoriais  imersivas, contextos e actividades concretos para aprendizagem experimental, desempenho de papéis, cenários complexos, uma plataforma para visualização de dados e oportunidades para a colaboração e para a co-criação.

O Second Life é um ambiente totalmente criado pelos utilizadores - Your World. Your Imagination. Isto faz com que seja uma plataforma ideal para envolver os alunos na criação das suas próprias actividades e em experiências e ambientes de aprendizagem estimulates.

No Second Life, o aluno não se resigna ao papel de consumidor passivo no processo educativo.

Vendo bem, há um(a) Second Life para todos. Ora espreitem: 

http://www.flickr.com/photos/jokay/sets/72157612171568581/show/

 Eis, agora, o repto que vos lanço:

Descubram qual o slide onde poderiam encaixar-se, considerando o vosso contexto profissional.

Não se esqueçam de justificar e/ou exemplificar.

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8 Responses to “Second Life… à la carte”

  1. By Adriana on Jan 24, 2009

    Excelente ponto de partida:)

    Eu escolho a Genome Island!

    Esta ilha aborda a genética, toca em quase todos os aspectos do programa curricular português próximos desta temática.

    De facto, a ilha facilita o trabalho do professor, uma vez que possui várias actividades integradas de grande interactividade.
    Como é óbvio, a tecnologia não dispensa o papel integrador do professor; este deve idealizar a planificação de acordo com o ciclo de ensino e competências que pretende desenvolver nos seus alunos.

    A justificação da escolha é inteligível. Sou professora de Biologia, certo?

    :D

  2. By euclides on Jan 24, 2009

    Grande rapidez e intuição, Adriana.

  3. By Leonel on Jan 24, 2009

    O SL oferece muitas oportunidades
    Como sou da área das ciências, já tinha explorado o Observatório Astronómico em ( http://slurl.com/secondlife/Honawan/96/122/422).

    A Eco-Village Etopia, que fui visitar, parece-me bastante interessante e com potencial pedagógico para promover trabalho com os alunos na área do desenvolvimento sustentável e energias alternativas.
    Vou explorar melhor a ilha e depois partilho com todos algumas propostas de exploração deste espaço.

  4. By Педро всегда он-лайн on Jan 24, 2009

    Tem que ser mesmo o profissional? É que gostei muito de passear por Roma e perdi muito tempo

  5. By Adriana on Jan 24, 2009

    Que seja Roma!

  6. By leomel on Jan 24, 2009

    De que forma é que te aprece que poderemos utilizar essa ilha para promover a interacção e e a aprendizagem?

  7. By Leonel on Jan 25, 2009

    Depois de passar algum tempo a visitar a Etopia Eco-Village atrevo-me a apresentar três tipos de exploração:
    1 Visita guiada em grupo, onde poderiam ser discutidos diversas os impactos ambientais da actividade humana e as soluções existentes para diminuir a pegada ecológica.
    Esta estratégia permitiria fazer um levantamento dos conhecimentos prévios que os alunos possuem, percepcionar se os alunos mais reservados ou mais interventivos no ambiente de sala de aula mantêm esse tipo de comportamento através do seu avatar.
    Ao longo desta visita, os alunos deveriam recolher informação para elaborar um relatório da experiência, que seria também objecto de avaliação.
    2 Após uma primeira abordagem deste conteúdo, partindo do material pedagógico tradicional, os alunos constituiriam pequenos grupos e seriam desafiados a explorar a ilha, sem a “tutoria” do docente, com o objectivo de preparar uma apresentação electrónica/vídeo sobre um determinado tópico.
    Esta estratégia permite observar quais os aspectos mais valorizados pelos alunos.
    A avaliação deste tipo de actividade incidiria na pertinência dos conteúdos seleccionados e da sua justificação aquando da apresentação do trabalho realizado.
    3 Após um momento de exploração de cada um dos espaços, os alunos, organizados em pequenos grupos, iriam escolher um dos aspectos representados na Etopia Eco-Village e, depois de se documentarem, recorrendo a fontes de informação diversas, assumiriam o papel de “especialista” promovendo uma sessão de divulgação desse conteúdo científico junto dos seus colegas.
    Esta estratégia permite observar a capacidade de comunicação dos indivíduos, bem como o grau de conhecimento e compreensão de um determinado assunto.
    A avaliação deste tipo de actividade teria de ser suportada por uma grelha de registo da observação da participação e intervenção dos indivíduos.

  8. By Rafael on Jan 28, 2009

    Não vejo limites para a utilização do SL em contexto educativo. Pela amostra se vê as enormes potencialidades. A possibilidade de criação de mundos e ambientes, simulações e reproduções, alarga substancialmente o leque.
    Na área de projecto, que é transversal, poderia utilizar os ligados à ciência e tecnologia.

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