Qual a relevância dos ambientes virtuais 3D no processo de E/A?

January 24th, 2009 | by adriana |

A temática dos ambientes virtuais tridimensionais não é nova, no entanto, por se encontrar em evolução achamos por bem dedicar o nosso primeiro dia a este tipo de ambiente, de que o Second Life é exemplo.

Muito provavelmente, já tiveram a oportunidade de contactar com as potencialidades do SL em posts anteriores; o que, de facto, pode ser encarado como uma vantagem.

“Qual a relevância dos ambientes virtuais 3D?” é a questão que se impõe, mas não isoladamente:

  • O que os distingue dos tradicionais ambientes bidimensionais?
  • Não residirá a sua utilidade apenas no carácter apelativo da sua apresentação?
  • Trarão alguma vantagem no ensino síncrono?
  • E no ensino distribuído?
  • Já agora, no ensino presencial?
  • Quais os adjectivos que caracterizam estes mundos virtuais? (Apontem alguns!!!!)

Os vídeos que se seguem são ilustrativos de algumas utilizações do SL e do EduSim na aprendizagem. O primeiro retrata alunos do 6.º ano de escolaridade a edificarem uma colónia virtual; o segundo realiza a comparação prática entre uma mesma metodologia aplicada em ambientes 2D e 3D; por último, a primeira reacção de algumas crianças a este tipo de tecnologia.

Achas para a fogueira: Será que o ensino síncrono reside apenas na simultaniedade temporal? E se… O encararmos, igualmente, com uma síncronia espacial?

Ficamos a aguardar o vosso retorno.

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3 Responses to “Qual a relevância dos ambientes virtuais 3D no processo de E/A?”

  1. By Leonel on Jan 24, 2009

    Olá,
    Esta solução do Edusim, parece-me bem adaptado aos mais novos. Pelo exemplo apresentado a aplicação permite-lhes sentirem-se criadores de objectos que irão povoar os seus cenários, as suas histórias!. A facilidade de criar o boneco e arrastá-lo para a aplicação manipulando um quadro interactivo é bastante interessante.
    Esta última apresentação permite a interactividade e propicia o trabalho colaborativo na construção do conhecimento pelos envolvidos.
    A situação da sala de aula virtual, faz todo o sentido a outro nível: O da formação em qualquer momento e em qualquer lugar num ambiente virtual 3D que simula o presencial, com toda a riqueza das interacções pessoais e manipulativas de objectos ou manipulação de variáveis difíceis de realizar no dia-a-dia das escolas.

  2. By Madalena R. on Jan 25, 2009

    Fabuloso!

    A temática dos ambientes virtuais pode não ser n ova, mas o seu uso corrente no ensino básico e secundário é reduzida, muitas vezes por falta de condições tecnológicas e outras por falta de formação de professores.

    Que de serões palacianos se podem imaginar nesta Lisboa pré-terramoto!

    Que chegadas de novas espécies de plantas e animais se poderão fantasiar a atracar no próximo cais das colunas!

    Que óperas clássicas e barrocas poderão soar aos nossos ouvidos!

    Já para não falar de exploração da arquitectura, do estudo do património, …, …

    Muitos usos para muitas disciplinas - um meio fantástico de convidar os alunos a interagir com o espaço, numa enorme sensação de pertença a uma identidade nacional.

  3. By damiana on Jan 26, 2009

    Cinco estrelas de luxo!óptima escolha.Não é o facto do tema não ser novo que deixa de ser um excelente tema.

    No meio das inúmeras opções que a tecnologia oferece não consigo deixar de ficar supreendida e fascinada com a facilidade das nossas crianças a manipular estas ferramentas, a sério!Parece mesmo que já nasceram com os tutoriais todos incluídos, é incrivel a aptência natural que têm para estas “coisas” da tecnologia, não acham?
    Pena é que as nossas escolas não venham também já “apetrechadas” com uma panóplia de ferramentas como estas do vídeo…ou quaisquer outras de forma a permitir que os professores possam desenvolver nos alunos as suas aptidões tecnológicas e aprender aprendendo…

    Os ambientes virtuais representam mais uma das formas que o professor tem ao seu alcance para dar vários conteúdos…o limite é a imaginação.

    Agrada-me particularmente este assunto no sentido de se poder aprender de forma colaborativa…

    Explore, Imagine, Create, Inventing the future…
    One student at a time.

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