2009 WORLD MATH DAY - VIDEO CHALLENGE


Visitem e divulguem.
http://www.teachertube.com/worldmathday.php

Parece ser uma iniciativa muito muito interessante.

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Stop Killing Students With PowerPoint !!!


http://www.slideshare.net/sheldonict/stop-killing-students-with-powerpoint-presentation

;-) Pode ser útil …

Mapas de Conceitos para promover o trabalho colaborativo em rede


Existem diversas ferramentas que asseguram este trabalho de organização visual da informação.Uma das soluções mais conhecidas é o CMAP Tools http://cmap.ihmc.us/conceptmap.html A nossa colega Marlene colocou no Ma.gnolia um apontados para uma interessante lista de ferramentas Web 2.0 em  “Work Together: 60+ Collaborative Tools for Groups” onde são referidos outros programas. O nosso desafio aos restantes membros do curso é a construção de um mapa de conceitos sobre as soluções e ideias interessantes que gravitam em torno da ideia a Web 2.0 e educação. Poderemos utilizar a ferramenta online MidMap que apenas requere que se proceda ao registo em:http://www.mindmeister.com/ Podem começar a explorar as potencialidades que em breve iremos divulgar aqui o mapa colectivo onde iremos trabalhar!Enviaremos o convite aos colegas que pretendam participar nesse mapa. (manifestem aqui a intenção de participar, mas não divulguem neste espaço o vosso e-mail…)

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Fénix Renascida


Reconstrução virtual do Terreiro do Paço (Lisboa) antes do terramoto de 1755

Magnífico trabalho.

Aplicações educativas? Muitas!

Permite percorrer uma série de edifícios que ficaram reduzidos a escombros durante o terramoto de 1755;

Permite a comparação entre estes e os novos edifícios que foram implantados naquele sítio pelo Marquês de Pombal - observáveis, por ex., através do Google Earth. 

A música, da época (barroca), deve ser escutada com atenção. A combinação está 5*.

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Qual a relevância dos ambientes virtuais 3D no processo de E/A?


A temática dos ambientes virtuais tridimensionais não é nova, no entanto, por se encontrar em evolução achamos por bem dedicar o nosso primeiro dia a este tipo de ambiente, de que o Second Life é exemplo.

Muito provavelmente, já tiveram a oportunidade de contactar com as potencialidades do SL em posts anteriores; o que, de facto, pode ser encarado como uma vantagem.

“Qual a relevância dos ambientes virtuais 3D?” é a questão que se impõe, mas não isoladamente:

  • O que os distingue dos tradicionais ambientes bidimensionais?
  • Não residirá a sua utilidade apenas no carácter apelativo da sua apresentação?
  • Trarão alguma vantagem no ensino síncrono?
  • E no ensino distribuído?
  • Já agora, no ensino presencial?
  • Quais os adjectivos que caracterizam estes mundos virtuais? (Apontem alguns!!!!)

Os vídeos que se seguem são ilustrativos de algumas utilizações do SL e do EduSim na aprendizagem. O primeiro retrata alunos do 6.º ano de escolaridade a edificarem uma colónia virtual; o segundo realiza a comparação prática entre uma mesma metodologia aplicada em ambientes 2D e 3D; por último, a primeira reacção de algumas crianças a este tipo de tecnologia.

Achas para a fogueira: Será que o ensino síncrono reside apenas na simultaniedade temporal? E se… O encararmos, igualmente, com uma síncronia espacial?

Ficamos a aguardar o vosso retorno.

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Apresentação do Aquário Virtual de Génova


Estando para lá do Marão…. vamos a Lisboa ao Oceanário?      E se fossemos primeiro a Génova para induzir as primeiras reflexões sobre o que poderemos encontar? 

 

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Second Life… à la carte


Os  mundos virtuais 3D, se bem que ainda em fase de “take off”, oferecem já um notável manancial de possibilidades educativas.  O Second Life, o mais popular, no momento, possibilita experiências sensoriais  imersivas, contextos e actividades concretos para aprendizagem experimental, desempenho de papéis, cenários complexos, uma plataforma para visualização de dados e oportunidades para a colaboração e para a co-criação.

O Second Life é um ambiente totalmente criado pelos utilizadores - Your World. Your Imagination. Isto faz com que seja uma plataforma ideal para envolver os alunos na criação das suas próprias actividades e em experiências e ambientes de aprendizagem estimulates.

No Second Life, o aluno não se resigna ao papel de consumidor passivo no processo educativo.

Vendo bem, há um(a) Second Life para todos. Ora espreitem: 

http://www.flickr.com/photos/jokay/sets/72157612171568581/show/

 Eis, agora, o repto que vos lanço:

Descubram qual o slide onde poderiam encaixar-se, considerando o vosso contexto profissional.

Não se esqueçam de justificar e/ou exemplificar.

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… é preciso voar sempre mais alto!


“Dead Poet’s Society”

Por vezes, por muito que um professor tente “ser diferente” o sistema, a imposição social e cultural, as condições “físicas”, o programa definido… há condicionalismos que infelizmente tornam a actividade do formador/professor muito dificil. A diferença, por vezes não é aceite e alguns são “banidos” do bando por o fazerem!

“Fernão Capelo Gaivota”
Segunda parte>>  …  e terceira >>>

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Inquiring Minds Want To Know


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Este video é uma introduçao ao  “The Academy of Discovery Model of School 2.0.” Através de imagens sugestivas, esta apresentação pretende questionar o modelo tradicional de escola e apresentar soluções para a criação de um ambiente de aprendizagem mais eficaz.

Mais informação em: http://academyofdiscovery.wikispaces.com/

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Será que os jovens lêem menos e interpretam mal?


Peter Hunt prestigiado investigador e escritor de literatura inglesa, de acordo com notícia da rádio RFM, no Congresso Internacional de Promoção da Leitura, na Gulbenkian, no dia 22 de Janeiro 2009, de acordo com estudos realizados no Reino Unido, Hunt é de opinião que os jovens lêem menos e que revelam dificuldade ao nível da interpretação. Para este facto, fazendo fé na notícia e se ouvi claro, aponta o dedo às TIC, não sei bem se à Internet em especial, dizendo que, o uso destas tecnologias ocupam a maior parte do tempo dos jovens não deixando espaço para ler.
Ora bem, a notícia tem o valor que tem, no entanto, será que Peter Hunt se referia a leitura de livros não digitais? Bom também não é isso importante. Importante é a reflexão…
Estou de acordo quando refere que os jovens têm dificuldade em interpretar. As causas do problema estarão com certeza a montante. Quais? Em particular não sei apontar, mas leia-se o clipping da Glbenkian:
Todos os livros são bons, até os maus
Ler o quê? Tudo. Anúncios, legendas, jornais e até receitas de culinária, mas principalmente literatura. E para quê? Para ampliar as capacidades do cérebro, aprender a pensar, a ver com o olhar dos outros e a recriar emoções ou sentimentos. A leitura torna o mundo mais inteligível e as pessoas mais inteligentes. Além disso, está vinculada directamente à educação e à cultura e também ao desenvolvimento social e económico sustentado de qualquer país. Quem o diz são os especialistas em promoção da leitura
“Se quisermos formar ‘leitores funcionais’, pessoas que conseguem ler o suficiente para ter uma vida normal, como saberem ler anúncios ou um aviso para que não caiam num buraco mais adiante, então pouco importa o que lêem. Para isso, servem os jogos de computador, os jornais, as bandas desenhadas ou a televisão.Se quisermos formar leitores que consigam compreender uma linguagem complexa, para que a sua vida seja também mais complexa e interessante, então, provavelmente, estes leitores precisarão de ler ficção, romances - livros”, explica o autor de Children’s Literature: Critical Concepts in Literary and Cultural Studies.
Peter Hunt “Irá reflectir sobre o que se passou nos últimos 30 anos na literatura infantil. O que é que mudou? Qual é a diferença entre os livros de hoje e os de então? Será que perderam qualidade? As componentes gráficas e ilustrativas são diferentes? O álbum será uma influência dos meios visuais que está a contaminar a escrita para as crianças? No fundo, pôr o livro em questão.”
Um estudo do Reino Unido relativo a 2008, apresentado por Hunt, conclui que, “nos últimos 30 anos, ocorreu uma mudança radical na natureza dos textos escritos para crianças (e no conceito de infância implícito), especialmente em termos de estilo, ritmo e complexidade de referências e estruturas intertextuais e intratextuais” [http://www.gulbenkian.pt/index.php?section=49].
Para terminar, independentemente da fidelidade da notícia, fica aqui levantada a discussão:
Jovens lêem menos e interpretam mal – causa:  envolvem muito do seu tempo com as TIC…
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